Seminário:
"Diplomacia na Grande Guerra: Cem anos da entrada de Portugal na Primeira Guerra Mundial"

15 de Abril ás 09:00 no Ministério dos Negócios Estrangeiros (Biblioteca da Rainha)

A iniciativa proposta tem como ponto de partida a noção de que a diplomacia não é exclusiva da paz, ela pode ser altamente relevante durante uma guerra. A diplomacia é um meio importante de preparação e gestão da participação de um Estado numa guerra, assim como na prossecução dos seus objetivos estratégicos no pós-guerra. A diplomacia é ainda mais importante num conflito entre blocos de países aliados num contexto de grupo global como foi o caso da Primeira Guerra Mundial.

A entrada formal de Portugal na Primeira Guerra Mundial, com a declaração de guerra alemã, em Março de 1916, provocada pelo apresamento de barcos germânicos, não pode ser percebido sem ter em conta que a beligerância portuguesa e as suas modalidades foram fundamentalmente determinadas por uma certa visão do interesse nacional e, consequentemente, das prioridades da política portuguesa a nível externo, interno e colonial às quais as ações militares deveriam dar força.

O primeiro objetivo visado com este seminário internacional é promover entre académicos e público interessado um debate alargado, informado pela investigação mais recente sobre um conflito com grandes custos para Portugal, nomeadamente em vidas – como aliás por toda a Europa e várias outras partes do mundo, nomeadamente África e Médio Oriente – mas também em termos económicos e políticos, com retornos limitados nomeadamente em termos dos objetivos da política externa portuguesa. O segundo objetivo é dar uma maior visibilidade à documentação diplomática devidamente enquadrada e analisada também através da ligação do evento a uma exposição organizada para o efeito.

Programa 

Inscrições e informações


 

Reações à criação da CEE; documentos de Arquivo

EUDiA (European Union Diplomatic Archives) apresentou a sua primeira publicação!

Dez Estados-Membros e as Instituições da União Europeia reuniram documentos dos seus Arquivos sobre as reações à criação da CEE em 1957-1958

Reactions to the creation of the European Economic Community (EEC) 1957-1958

 

 

Restauro de obras

capa do livro

A Associação dos Amigos do Arquivo Histórico-Diplomático patrocinou a recuperação de várias obras, nomeadamente do Fundo Antigo do MNE e da Biblioteca Franco Nogueira. As obras foram objeto de uma intervenção na capa e lombada.

imagem da mesa

 

 

 

 

Recuperação da Documentação do século XVIII e XIX pertencente ao Arquivo Histórico Diplomático



Responsável pelo projecto: Dra. Margarida Lages

Entidades participantes:
Associação dos Amigos do AHD
Instituto Diplomático
Salvarte


Apoio: Fundação Gulbenkian

Resumo

O projecto, apresentado pela Associação dos Amigos do Arquivo Histórico-Diplomático em parceria com o Instituto Diplomático foi aprovado pela Fundação Gulbenkian, no âmbito do concurso de Recuperação, Tratamento e Organização de Acervos Documentais. .
Os documentos que agora poderão ser restaurados são fontes únicas para não só para o estudo das encomendas artísticas de D. João V como também para a história da diplomacia portuguesa desse período. Do vasto espólio existente no Arquivo Histórico-Diplomático, destaca-se a correspondência de Francisco Mendes de Góis, agente da corte portuguesa em Paris no reinado de D. João V. Encarregado das encomendas régias, passaram por si algumas das encomendas mais importantes da época, nomeadamente aquelas que seriam integradas na Patriarcal, em Mafra e ainda a célebre encomenda de gravuras à Mariette ou a baixela Germain.

Siga o Desenvolvimento do projecto.